Em uma conversa com uma amiga, algo me deixou bastante intrigado quando começamos a falar do porque de certas situações incomuns (pelo menos na nossa cabeça) que acontecem vez ou outra.
Pelo menos ao meu entender, procuramos a estabilidade. Seja em uma relação amorosa, financeira ou que quer que seja. Mas, para chegar até essa plenitude da estabilidade, é preciso passar por uma série de fatos, acontecimentos ou experiências. Elas, por sua vez, nos dão bagagem para lidar melhor com situações futuras da mesma natureza. Até ai esta tudo de acordo.
Porém, e se ao atingir essa plenitude acontecer de você sentir falta dos desafios? Das descobertas nas novas situações. O que acontece com o “novo”?
É comum achar que não há mais fascínio no que se refere a plenitude dessa relação. Principalmente quando mais jovens. Onde a busca por novos desafios é o principal combustível para alimentar a cede de crescer e aprender.
Essa plenitude, geralmente, é associada a velhice ou a uma idade mais avançada. Porém, nada mais é do que o entendimento mais abrangente daquilo que se vive.
“As pessoas perdem coisas maravilhosas por medo. As vezes sentimos medo por não haver desafios a enfrentar. Porque já encontrou algo legal”.
Esse foi o trecho que me fez refletir a respeito dessa questão.
Gosto da idéia de encontrar paisagens lindas pela minha jornada terrena. Espero poder chegar a essa plenitude com pouca idade. Quero respirar aliviado e dizer que estou realmente vivo. Porque até o momento crucial do equilíbrio nós apenas nos limitamos a sobreviver.
“Sobreviver é para os fortes. Viver é para os sábios”
Oss


1 Coment's:
Oiee
nossa Rapha nossos posts foram sobre algo parecido
Medoo que temos.
O medo de errar não justifica o abandono por completo da tentativa,pois ninguém nasce perfeito né,e o erro nos mostra o ponto onde devemos melhorar.
Vivamos a plenitude do dia como se fosse o último.
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